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[Letras de Meta] #8 Fantoches e mentiras

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Bons velhos tempos aqueles, em que tinhamos uma amizade inquebrável. Mas as vezes quebramos o inquebável, certo? Pintávamos nossa vida do nosso jeito, vivíamos juntos como irmãos. Nada é tão cruel quanto uma criança, e naquele dia nublado, fomos jogados para bem longe um do outro. E nunca mais teremos aquela amizade inquebrada Eu fui incapaz de aceitar o que você disse, eu era criança e não pude enxergar, mas nunca esqueci do seu sorriso e da chama dos seus olhos. As vezes temos que ser cruéis para ser gentis, sentimentos que não passam de fantoches e mentiras. O tempo passou e memórias morreram estou escrevendo isso para diminuir minha dor Você via melhor que eu, que nunca fomos feitos um para o outro. A amizade se partiu e não existe outra pra mim. Essas memórias me fazem chorar. Você pode me perdoar? Quero voltar àqueles dias, naqueles bons velhos tempos

[Minhas Criações] #13 - Garota esperta

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Ela era uma garota esperta. Muito esperta. Namorava com um cara que fazia tudo por ela: O amor de sua vida. Ainda assim ela se encontrava com outro. Um dia ele descobriu. Ela implorou por perdão. Ele devolveu com desprezo. Mesmo muito tempo depois, vários outros relacionamentos depois, ela ainda estava infeliz. Frustrada porque encontrou o amor da vida dela e o deixou escapar para sempre. Garota esperta essa, não?

Para a minha irmã.

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" Para a minha Irmã" de Jodi Picoult Sinopse na contra-capa: «Anna não está doente, mas bem poderia estar. Aos treze anos e idade já passou por várias operações, transfusões e injeções para ajudar a irmã, Kate, que sofre de leucemia. Anna nasceu com esta finalidade, disseram-lhe os pais, e é por isso que eles a amam ainda mais. Mas agora ela não pode deixar de se questionar sobre como seria a vida dela se não estivesse presa à irmã... e toma uma decisão que, para a maioria das pessoas da sua idade, seria quase impensável.» Se dependesse de nós salvar um familiar próximo, a nossa irmã que tanto amamos, não hesitaríamos em doar sangue, medula, até um rim... mas essa seria uma escolha nossa, não seria a escolha que outros fariam por nós. Anna, a protagonista desta narrativa, sente-se dividida entre ajudar a irmã que está a morrer e as dúvidas sobre a sua própria existência nesta família visto que foi gerada com o fim de salvar a irmã a quem foi diagnosticada uma forma...

[Minhas Criações] #12 - Não importa

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Os momentos que passamos juntos, a vida que planejávamos ter, o presentes que prometemos trocar: Nada disso importa mais. Aquele fim de tarde na praia não é mais tão alegre, soa triste como o dourado que desce lentamente. A música no rádio permanece incontrolável, e os olhos marejam ao som de seus lírios. São como flores mortas, lindas e infelizes, acabadas pelo tempo. Com os pés na areia e andando solitário, com o vento as minhas costas levantando os meus cabelos, seguindo em direção ao infinito, sem saber onde encontrá-lo, porque nada disso importa: É o fim pra nós.

[Minhas Criações] #11 - Aos doze

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Em busca da felicidade, com AnnaSophia e Cayden - É legal estar aqui com você. Ele teve coragem de revelar isso, mas ela não. Em vez disso apenas sorriu. Olhavam para as estrelas deitados, lado a lado, na grama. - O que vai acontecer quando eu me for? Os labios da garota mexiam enquanto a lembrança dos 10 anos que ela conseguia se lembrar passavam em sua mente. Passara com o menino ao lado todos os bons momentos de sua vida, e supunha que ele estava lá, mesmo antes dos dois anos. - A gente nunca mais vai se ver? Era esse o temor. Um temor em comum, mas ele teve coragem de revelar isso, ela não. Em vez disso segurou o choro. - Eu não quero que você vá. Ela também não queria ir, mas não queria dizer. - Você estava certa. Dessa vez, não foi "garota" o suficiente para esconder seus sentimentos. - Eu não estava. Eu estava errada. Lágrimas escorriam no rosto dela. Mas ele foi "garoto" o suficiente para reprimí-las. - E se nunca... Era v...

Balto

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Estátua de Balto erguida no Centra Park, em Nova York Quem nunca viu em uma manhã de sábado na globo aquela velha história do cachorro vira-lata metade lobo metade husky siberiano que salva todo mundo? Pois é. A pouco tempo atrás eu descobri que aquela história é real. Balto(nascido em 1922, falecido em 14 de março de 1933) vivia na cidade de Nome, no Alasca. Em 1925 houve uma epidemia de difteria em Nome, e que se alastrou entre as crianças da cidade. Por causa das nevascas que bloquearam todos os meios de comunicação, era impossível a chegada de medicamentos. A única solução para obter os remédios seria a utilização de um trenó puxado por uma matilha de cães e liderado por Balto. O condutor Gunnar Kaasen percorreu 1600 quilômetros para chegar à Nenana e voltar com as antitoxinas. Uma estátua de Balto foi erguida em Nova Iorque para homenagear todos os cães que participaram da corrida. Em 1995, a Universal Pictures lançou um filme de animação chamado Balto, inspirado nos acontecimen...

[Minhas Criações] #10 - Um dia comum

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Um dia comum. Um ponto de ônibus. Uma bala perdida. Um homem no chão. Uma família a chorar. Um povo a comentar. Um povo a esquecer. Outro dia comum: O mesmo. Contra a banalização da VIDA